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Cases

Água de beber e gerar energia

Sair da sala de aula, sentar à beira de um rio, conhecer as plantas e animais que ali vivem. E ali, bem no meio da natureza, aprender o que fazer para ajudar a conservar uma das principais riquezas do nosso planeta: as águas.

A rotina descrita acima, em breve, fará parte da realidade de cerca de 200 estudantes com idade entre 6 e 14 anos, de cinco escolas públicas da região de Ijuí, no interior do Rio Grande Sul. Eles foram convidados a participar de um projeto ambiental da cooperativa Ceriluz, que atua na geração e comercialização de energia no noroeste do estado.

Além das aulas no meio da natureza, esses estudantes receberão um desafio da Ceriluz: adotar uma nascente localizada na comunidade e recuperá-la. Tudo isso, com o apoio da cooperativa, que doará mudas de plantas nativas para proteger o entorno dessas fontes de água potável.

Todas essas atividades fazem parte da segunda etapa do Projeto Água Viva – Proteção de Nascentes, criado pela cooperativa em 2021. A ideia é aproveitar o interesse de crianças e adolescentes pela preservação do planeta para levar os temas ambientais para dentro de suas casas.

“Hoje, as crianças e jovens já crescem com informações sobre os riscos ambientais do aquecimento global e aceitam melhor a necessidade de mudança de atitudes em relação à natureza”, explica Romeu Angelo de Jesus, coordenador técnico do programa.

Na avaliação do coordenador, as novas gerações serão agentes de mudança, não só por suas próprias atitudes, mas pelo convencimento de familiares e das comunidades sobre a necessidade de cuidar melhor do futuro do planeta.

Lições de casa

Alunos de escolas públicas do Rio Grande Sul avaliam a qualidade da águas das nascentes locais

O roteiro de aulas e visitas em campo do novo projeto da Ceriluz já foi apresentado a

professores, diretores e coordenadores das cinco escolas escolhidas (veja quadro). As primeiras atividades começam este mês (junho/2023), com palestras sobre a importância da preservação das nascentes e o papel delas para a sobrevivência de humanos e espécies animais e vegetais. Também serão estudados os prejuízos da destruição dessas fontes para o abastecimento de cidades, para a agricultura e para a geração de energia limpa por meio das hidrelétricas.

“Além disso, os estudantes também poderão ver de perto o trabalho da Ceriluz, durante  uma visita guiada a uma das usinas da cooperativa”, completa Romeu de Jesus.

No fim do projeto, crianças e adolescentes poderão mostrar o que aprenderam sobre a importância das nascentes durante uma Feira de Conhecimento que será organizada pela Ceriluz na usina PCH Ijuí Centenária. Será o momento de trocar experiências e informações sobre o que fizeram ao longo do projeto para cuidar das nascentes.

Também durante o evento, a Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí) disponibilizará estações de pesquisa onde os visitantes poderão ver a diferença entre as características físicas, químicas e naturais das águas de nascentes preservadas e das que estão ameaçadas.

Vale destacar: a Unijuí é parceira da Ceriluz desde a primeira etapa do Projeto Água Viva, quando a cooperativa atuou na recuperação e proteção de oito nascentes de rios de sua região de atuação, com ações colocadas em práticas por uma rede de cooperados em suas propriedades rurais. As medidas incluíram o plantio de 10,8 mil mudas nativas em Áreas de Preservação Permanentes (APPs) para proteger o entorno das vertentes de água e o monitoramento da qualidade da água dessas fontes.

“Como cooperativa do setor elétrico, nossas atividades impactam de alguma forma o meio ambiente. Por isso, fazemos questão de promover programas ambientais não só para minimizar esse impacto, mas também para promover a recuperação dos espaços afetados”, explica o coordenador técnico do programa.

Ainda segundo Romeu de Jesus, a cooperativa assumiu o compromisso de gerar energia renovável para os cooperados, com o menor impacto ambiental e o melhor resultado possível. Justamente por isso, a Ceriluz investe pesado na  implementação de ações e programas ambientais.

“Entendermos que esses projetos são fundamentais para garantir a sustentabilidade, a longo prazo, das nossas operações. Ao mesmo tempo, essas iniciativas contribuem para o desenvolvimento social e econômico das comunidades onde atuamos”, conclui.

Conheça as 5 escolas escolhidas para a segunda etapa do Projeto Água Viva

  • Escola Estadual de Ensino Fundamental Souza Lobo, de Ijuí;
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Miguel Burnier, do município de Coronel Barros;
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Dr. Pestana, do município Augusto Pestana
  • Escola Estadual de Ensino Fundamental Miguel Couto, de Augusto Pestana
  • Escola Municipal de Ensino Fundamental Rocha Pombo, também de Augusto Pestana

Essas instituições de ensino foram escolhidas por estarem em áreas de influência das obras de dois novos projetos da Ceriluz: as usinas CGH Augusto Pestana e PCH Linha Onze Oeste.